31-10-2008
O Menino que queria ser como o seu Televisor

Uma professora do ensino básico pediu aos alunos que fizessem uma redacção sobre o que gostariam que Deus fizesse por eles.
Ao fim da tarde, quando corrigia as redacções, leu uma que a deixou muito emocionada. O marido, que, nesse momento, acabava de entrar, viu-a a chorar e perguntou:
- Joana! O que é que aconteceu?
Ela respondeu:
- Lê isto, por favor... - era redacção de um dos alunos.
- O marido pegou no papel e leu em voz alta:
"Querido DEUS:
O que eu mais quero é viver como vive a televisão da minha casa:
Também quero ter um lugar especial só para mim, e reunir a minha família à volta!
Ser levado a sério quando falo!
Quero ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções nem perguntas.
Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona.
E ter a companhia do meu pai quando ele chega a casa, mesmo quando está cansado.
E que a minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de me ignorar.
E ainda, que os meus irmãos lutem e se batam para estar comigo...
Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo.
E, por fim, faz com que eu possa diverti-los a todos!
Senhor, só quero viver o que vive a minha televisão!"
Naquele momento, o marido de Ana Maria disse:
- Meu Deus, coitado desse miúdo! Que pais!
E ela olhou-o e respondeu:
- Pois... Essa redacção que tens na mão é do nosso filho!...
16:53 Escrito em REFLEXÕES... | Permalink | Comentários (0) | Enviar por e-mail
03-10-2008
Ventos de Mudança 2008/2009
ALERTA GERAL SOBRE A NOSSA REALIDADE ACTUAL
"Entrámos em uma crise económica irreversível.
No entanto a crise monetária internacional pode ter consequências radicais que só começam a emergir a partir de Maio de 2009.
Em 1998 descrevemos esta crise em detalhe. Falámos da desactivação dos pilares da actual civilização. As gravações das conferências sobre a matriz Melquisedeque, a Matriz Cristóide e os Portais tornaram-se mais actuais que nunca.
Qualquer plano para recuperar a economia é, nesta etapa, um artificio para ganhar tempo. Esta crise foi criada em gabinetes secretos para forçar as nações do mundo a aceitarem regimes para-totalitários com base no medo e na insegurança e não será por medidas económicas que pode ser evitada, pois está desenhada para eclodir, com ou sem planos de financeiros de emergencia.
A crise é artificial mas tem um imenso poder. E tem poder porque a Humanidade adormeçeu e se fixou em simbolos de valor que são insuficientes para representar o Homem. A nossa moeda é uma moeda-numero e não uma moeda-trabalho ou uma moeda-inteligencia ou uma moeda-sensibilidade, representa um valor quantitativo divorciado da qualidade do homem.
O poder deste tipo de instabilidade para gerar panico só é possivel na medida em que as pessoas perderam amplitude em relação aos simbolos de valor. As agencias obscuras que despoletaram esta crise fazem-no na certeza de que o valor é representado por quantidade-dinheiro e não por qualidade-dinheiro. E sem um símbolo de valor, consensual, uma sociedade desagrega-se rapidamente.
E a crise significa que chegou o momento da Humanidade, começando pelos que detêm o poder politico, financeiro e executivo, compreender que os nossos símbolos de valor - entre eles o dinheiro - servem para criar a sequência:
desenvolvimento» sustentabilidade» saciabilidade» identidade» liberdade» pesquisa
e não para funcionarem como uma droga irresponsável que mantêm o planeta em transe.
Desta crise pode emergir uma moeda-qualidade, uma forma de dinheiro desconhecida, que depende directamente da qualidade psíquica da vida para ter qualquer valor. Esse é o cenário futuro positivo. Uma nova moeda baseada no Ser.
Se assim não for creio que teremos rapidamente que recuperar a nossa relação rural com a vida e com a Natureza.
Isto implica que o momento do reencontro e reunião, daqueles que estão interiormente em contacto com o plano para a iluminação da Terra, nas áreas de protecção às quais se sentem ligados está a aproximar-se.
Até 2010 cada individuo deverá estar já economicamente estabilizado e psicologicamente centrado na sua tarefa e na zona rural - ou urbana se for o caso - para a qual foi chamado desde há anos. Este é o momento de grandes decisões e da definição das nossas prioridades.
É o poder espiritual e autenticamente humano destes individuos, unidos, trabalhando dentro do que se pode chamar união em liberdade e cooperação em independencia, que pode dissolver os campos obscuros da psicotrónica do governo-sombrae do baixo magnetismo da atmosfera psiquica colectiva e acender faróis de esperança, criatividade e vida nos pontos centrais do actual drama terrestre.
Este texto não é um convite a fazer as malas, abandonar a cidade e alienar-se das responsabilidades e oportunidades da actual civilização, mas um sinal para que nos preparemos para criar uma rede de áreas naturais prontas para sustentar a população em caso de crise aguda."
André Louro de Almeida, Setembro 2008
13:44 Permalink | Comentários (0) | Enviar por e-mail
18-07-2008
Compaixão + Sabedoria
Deixo-te duas pequenas histórias para sentir e reflectir:
O Mestre e o Escorpião

Numa bela tarde de Outono, um mestre oriental passeava à beira de um riacho, quando viu um escorpião que se debatia violentamente com as àguas, quase a afogar-se. O mestre decidiu tirá-lo da água. Ajoelhou-se na margem e esticou a sua mão, mas quando estava prestes a agarrá-lo, o escorpião levantou a cauda e picou-o.
Pela reação de dor, o mestre soltou-o bruscamente, e o animal caiu novamente na água, contorcendo-se ainda com mais fúria.
O mestre tentou novamente tirá-lo, desta vez com mais cuidado, mas o animal, de rápidos reflexos mesmo dentro de água, atingiu-o novamente.
Um camponês, que morava ali perto e tinha oservado a cena desde o início, aproximou-se do mestre e disse:
Caro mestre, desculpe que lhe diga, mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá tentar picá-lo?
O mestre respondeu-lhe:
Meu caro jovem, de facto tens razão! A natureza do escorpião é picar, mas isso não vai mudar a minha própria natureza, que é ajudar!
Então o mestre, com a ajuda de uma folha larga, tirou finalmente o escorpião da água e salvou-lhe a vida.
O camponês continuava ali em silêncio, pasmado com a situação. Então o mestre retorquiu-lhe:
Obrigado pela tua ajuda meu rapaz! De facto isto à mão, não ia lá! - gracejou - nunca mudes a tua natureza se alguém te magoar ou te fizer mal; certifica-te apenas que tomas as devidas precauções!
E com estas palavras retirou-se, cantarolando baixinho.
O Camponês e a Cobra

Numa fria tarde de Outono, um camponês encontrou uma cobra em estado muribundo, no seu campo de arroz. Vendo o sofrimento da cobra, ele encheu-se de compaixão, apanhou-a com cuidado e levou-a para casa.
Deu-lhe então, leite morno e envolveu-a num cobertor macio. Amorosamente colocou-a ao seu lado na cama e adormeceu feliz. Pela manhã, o camponês estava morto.
Passados alguns dias, já no plano espiritual enquanto Alma, o camponês volta a rever este episódio na presença do seu Guia e apercebe-se que, embora tivesse sido dotado de uma grande compaixão, faltou-lhe a sabedoria necessária para agir de forma coerente com o perigo, aparentemente muribundo, mas real.
E falaram longas horas sobre as várias formas de abordar esta e outras situações mais complexas e subtis, que o Guia - sabia e amorosamente - lhe ia sugerindo para analisar e resolver. No final da conversa, o jovem camponês, satisfeito e feliz com os seus progressos, disse ao Guia:
Meu Caro, quando voltar para a Terra vou conseguir fazer muito melhor! E nunca mais me vou esquecer que Sabedoria e Compaixão devem andar sempre juntas!!
17:00 Permalink | Comentários (0) | Enviar por e-mail
